Review - The Seven Deadly Sins

Quando comecei a ler The Seven Deadly Sins, fui totalmente pego de surpresa, achando que se tratava de uma estória da qual poderia se levar para um lado parecido com o filme Seven – Os Sete Crimes Capitais, que conta a estória de crimes cometidos com base nos crimes capitais.

Na verdade, The Seven Deadly Sins se passa na idade média e conta a estória de um grupo de cavaleiros, do Reino de Britânia, que passam a ser muito temidos após uma suposta traição deles ao reino. Desde então, o grupo se separou e são tidos como criminosos perigosos.

O nome se dá porque cada integrante do grupo possui uma espécie de poder ou força sobrenatural, além de ser nomeado de acordo com seu comportamento. Assim, nos deparamos com Meliodas – um simples dono de uma cafeteria que, mais tarde, descobrimos ser o grande líder do grupo The Seven Deadly Sins, sendo nomeado como “Pecado da Ira”.

Quem co-protagoniza a série é a jovem Elizabeth, a filha do rei, que foge do reino em busca dos sete pecados e conta a todos que tudo não passou de um golpe dos Paladinos – os guerreiros sagrados do reino.Review - The Seven Deadly Sins

A partir daí, Meliodas vai atrás de seus companheiros para ajudar a libertar o reino e tirar os Paladinos do comando. Ao longo da jornada, Meliodas e Elizabeth se encontram com outros membros da equipe e antigos dilemas, conflitos e até paixões voltam à tona.

Cheio de batalhas e também de um humor característico japonês, The Seven Deadly Sins, conta com várias reviravoltas ao longo de sua estória e entretém muito bem o seu leitor. É uma obra de grande qualidade, além de ser vista como uma das maiores obras nos últimos anos. Vale muito a pena conferir!

Escrito por Renan Rossito

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